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Dízimo um Caminho de Gratidão e Evangelização

A Diocese de Uruguaiana escolheu o mês de novembro para ser temático da Pastoral do Dízimo. Outras dioceses escolheram o mês de julho, que para nós, é cheio de outras atividades. O mês temático visa, que todos os anos, neste mês, se intensifiquem as reflexões em torno do tema. É necessário que entendamos o dízimo como Palavra de Deus. Não apenas como arrecadação de dinheiro, o que teria um gosta amargo, mas como expressão máxima de gratidão a Deus por tudo o que d’Ele recebemos, inclusive o dom da vida. 

 “O dízimo é uma questão de fé. É ação de graças a Deus, é expressão de vida comunitária, é educativo. E assim, vai criando maior sentido de pertença à Igreja, e, em particular à sua Comunidade Paroquial” (CNBB, doc. 106 p. 67). É o dízimo consciente, como viva expressão de gratidão que dará ao discípulo missionário o sentimento de pertença. Como pertencemos a uma família e temos corresponsabilidade com ela, assim também, pertencemos a uma comunidade de fé e com ela temos corresponsabilidade. Por amor à Igreja, o fiel dizimista se abre para a dimensão missionária, pois a Igreja é essencialmente missionária e deve expandir em todo o mundo a fé, a esperança e a caridade. Temos certeza que a pastoral do dízimo educa para a caridade, para a evangelização e para uma saudável espiritualidade cristã. 

Além disso é confiar na Providência e na promessa divina: “Dai e vos será dado” (Lc 6,32). Vale-nos a recomendação do profeta Malaquias: "Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência - diz o Senhor dos exércitos - e vereis se não vos abro os reservatórios do céu e se não derramo a minha bênção sobre vós muito além do necessário" (Ml 3,10). 

Dom José Mário Scalon Angonese
Diocese de Uruguaiana

 
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