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Dia Mundial dos Pobres

  • “Não amemos com palavras, mas com obras”(1Jo 3,18). Exatamente com esta citação bíblica, o papa Francisco inaugurou o “Dia Mundial dos Pobres como um sinal concreto do Ano da Misericórdia, que aconteceu no ano de 2016.  O Dia Mundial dos Pobres deve ser celebrado em toda a Igreja, no 33º Domingo do Tempo Comum. Na expressão de Francisco, será a “mais digna preparação para bem viver a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, que Se identificou com os mais pequenos e os pobres e nos há de julgar sobre as obras de misericórdia (cf. Mt 25,31-46)”.


Na carta publicada para o Dia Mundial do Pobre de 2017, o Papa Francisco também começou com as palavras do apóstolo João: “Não amemos com palavras, mas com obras” (1 Jo 3,18). E dirigindo-se não só aos cristãos, mas a todos os homens de boa vontade, propôs: “Convido a Igreja inteira e os homens e mulheres de boa vontade a fixar o olhar, neste dia, em todos aqueles que estendem as suas mãos invocando ajuda e pedindo a nossa solidariedade. São nossos irmãos e irmãs, criados e amados pelo único Pai Celeste”.


Em 2019, o Papa nos oferece como iluminação bíblica a citação do Salmo: “A esperança dos pobres jamais se frustrará” (Sl 9, 19). Ele nos diz que “a opção pelos últimos, por aqueles que a sociedade descarta e lança fora é uma escolha prioritária que os discípulos de Cristo são chamados a abraçar para não trair a credibilidade da Igreja e dar uma esperança concreta a tantos indefesos”.


“A promoção dos pobres, também no social, não é um compromisso externo ao anúncio do Evangelho, pelo contrário, manifesta o realismo da fé cristã e sua validade histórica”, diz o Papa, e continua: “O grito dos pobres foi escutado e produziu uma esperança inquebrável, gerando sinais visíveis e tangíveis de um amor concreto que hoje também podemos reconhecer”.


“Podem levantar muitos muros, porém Deus destruirá as barreiras e substituirá a arrogância de uns poucos pela solidariedade de muitos”.


Como pode Deus tolerar essa disparidade? Como pode permitir que o pobre seja humilhado sem intervir para ajudá-lo? Por que permite que quem oprime tenha uma vida feliz enquanto seu comportamento deveria ser condenado precisamente ante o sofrimento do pobre? Muitas perguntas, muita dor..., porém também muita esperança. 


“A esperança também é comunicada através do consolo, que exorta os crentes a descobrirem, em cada pobre que encontrarem, o que ele realmente precisa; não para parar na primeira necessidade material, mas ir mais longe, descobrir a bondade escondida em seus corações”. Conclui Francisco: “A esperança dos pobres nunca se frustrará”. 



Obras de misericórdia corporais:

Dar de comer a que tem fome; Dar de beber a quem tem sede; Dar pousada aos peregrinos; Vestir os nus; Visitar os enfermos; Visitar os presos; Enterrar os mortos.


Obras de misericórdia espirituais:

Ensinar os ignorantes; Dar bom conselho; Corrigir os que erram; Perdoar as injúrias; Consolar os tristes; Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo; Rezar a Deus por vivos e defuntos.

 
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